Archive for the 'Povos' Category

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10 e 11/ AGO: Povo Antakarana II

antakarama II“Não há presença da Igreja Aqui”

Recebemos esse relatório da liderança da MIAF Internacional em Madagascar, sobre a possibilidade de mais 2 equipes de TIMO serem implementadas entre os Antakarana.

“Tivemos a sorte de concluir um levantamento das áreas Antakarana no norte de Madagascar em maio. Vimos que existem muitas igrejas Malagasy entre o povo Antakarana. Mas a maioria dessas igrejas foram plantadas e são lideradas pelos Merina (povo que vive nas montanhas). O culto é quase que inteiramente no dialeto das montanhas.

E há grande animosidade para com o povo Merina enquanto eles conquistaram a ilha e subjulgam o povo Antakarana. Como resultado disto, os Antakarana não frenquentam tais igrejas, ao contrário, eles são visitados por pessoas de outros grupos.

Então, nós estamos orando pela implantação de igrejas Antakarana no dialeto local Antakarana, com uma finalidade específica de atingir a cultura desse povo.

Três locais são considerados muito Antakarana, culturalmente. Ambatoharanana, Antsohibondrona e a ilha de  Nosy Mitsio. Em  Ambatoharanana, SIL tem uma equipe que está iniciando a tradução do livro de Lucas para o dialeto Antakarana. Esta á uma enorme resposta de oração e esperamos fazer parceria com a SIL, de alguma forma, se necessário.

A AIM Madagascar está orando por equipes de TIMO nos outros dois locais, Antsohibondrona e Nosy Mitsio. Nós estamos orando especificamente para que líderes de equipe ouçam o chamado para alcançar estas áreas. Antsohibondrona é uma cidade portuária com nenhuma igreja evangélica Antakarana. Uma equipe TIMO se adaptaria muito bem vivendo lá. Nosy Mitsio é um patrimônio importante para o Antakarana. Não há presença da igreja aqui. Gsotaríamos de ter uma equipe TIMO servindo aqui também. Nós estamos esperando que o pessoal do OnField Media possam visitar Madagascar em setembro, para filmar Nosy Mitsio e Antsohibondrona na esperança de levantar mais consciência e para incentivar os líderes de equipe Timo para vir.

Mais uma vez, nossas orações são para líderes de equipes de TIMO. Essas áreas são isoladas, remotas, onde as trevas habitam. Uma equipe de TIMO seria ótimo, mas preisamos de líderes primeiro. Essa é a nossa oração no momento.”

Pedidos de Oração

  • Louve à Deus pelo trabalho de tradução que começou no dialeto Antakarana! Ore para que o Senhor abençoe este trabalho e que ele traga uma colheita de almas salvas para o Reino.
  • Ore para que Deus proporcione as pessoas certas para a liderança das duas equipes em potencial.
  • Ore para que se estabeleçam igrejas Antakaranas onde o dialeto locar é falado. Ore também para que Ele sane o desentendimento entre os Antakaranas e os Merinas, por uma revelação de Sua graça.

08 e 09/ AGO: Povo Samburu II

samburu 2Jesus disse aos seus discípulos, “A colheita é grande mas os trabalhadores são poucos …”

“Peça ao Senhor da colheita, portanto, que mande trabalhadores para a sua seara.” Mateus 9: 37-38

Os trabalhadores envolvidos na “colheita” do povo Samburu perceberam que o versículo acima permanece verdade até hoje. Equipar aqueles que ministram os Samburu tem um significado adicional quando se observa que, em 2010, mais de 250.000 Samburus foram estimados para preencher mais de 8.000 quilômetros do que é conhecido como Samburu County (Condado dos Samburu). Há também muitos que vivem em “condados vizinhos”.

O terreno é difícil e há poucas estradas, as quais exigem veículos 4×4. Existem poucas cidades, e a maioria dos Samburu continua com suas tradições de pastoreio e cuidado com seu gado, caprinos, ovios e/ou camelos, enquanto vivem na terra árida. Uma estratégia muito eficaz para alcançar o povo nômade é contar as histórias da Bíblia em ordem cronológica.

Trabalhadores ocidentais têm discipulado e treinado Contadores de Histórias Samburus, que contam as narrativas Biblicamente precisas para os nômades em sua língua nativa, Kisamburu. Conjuntos de história foram desenvolvidos especificamente para evangelismo e discipulado. Dada a tradição oral dos Samburu (sem língua escrita), eles naturalmente responder às histórias. Eles podem reproduzir com precisão, mesmo depois de ouvir uma história uma única vez. Às vezes utilizam música e encenação.

Alguns Samburu são mais estáveis do que seus parentes nômades. Eles estabelecem “manyattas”, onde mais de 1.000 pessoas podem viver em proximidade e com segurança. Algumas igrejas foram plantadas, mas encontrar um pastor treinado é difícil. Para equipar melhor esses trabalhadores, um Centro de Treinamento Bíblico foi criado em janeiro de 2009. Dezoito homens Samburu estão sendo treinados para se tornarem pastores mais bem preparados para se tornarem líderes da igreja.

Pedidos de Oração

  • Ore pelos pastores Samburus (foto acima) para que sejam licenciados para o ministério
  • Ore para que os trabalhadores da colheita Samburu se multiplicarão em número enquanto eles são equipados para o trabalho que têm pela frente
  • Ore pelo Centro de Treinamento Bíblico entre os Samburus
  • Louve ao Senhor pois os Samburu estão entrando no Reino de Deus
  • Ore para que o Senhor da colheita envie mais trabalhadores para os Samburus

02 à 05/ AGO: Ramadã, alívio ou mais revoltas?

muslim-regionRamadã começa no mundo árabe e traz incertezas quanto aos protestos

DUBAI — Os muçulmanos dos países árabes encaram o Ramadã com uma pergunta: o sagrado mês de rigoroso jejum será a oportunidade de se ter um alívio na “Primavera Árabe” ou dará margem para que se revigorem os protestos?

O primeiro Ramadã desde que tiveram início as revoltas nos países árabes, em janeiro deste ano, começa em agosto e alguns não duvidam que o período estimulará ainda mais os jovens que protestam em Líbia, Síria, Iêmen e outros países. (Leia: “Pelo menos 19 são mortos na Síria no 1º dia do Ramadã”)

“Na história muçulmana, o Ramadã é frequentemente marcado por revoltas e vitórias”, recorda Abdullah al-Amadi, responsável pelo site Islamonline. “Acredito que os jovens da Primavera Árabe irão se inspirar para ter ainda mais força na luta contra a injustiça e a tirania”, analisa.

Para ele, as manifestações serão mais fortes especialmente nos últimos 10 dias do mês, que são ainda mais sagrados.

O Ramadã, ou mês da piedade, é também definido por inúmeros muçulmanos como o mês do esforço e sacrifício, o que pode motivar ainda mais os manifestantes.

As autoridades sírias temem em particular as orações noturnas nas quais os fiéis lotam as mesquitas durante todo o Ramadã, o que pode aumentar os protestos.

Desde o começo da revolta síria, em meados de março, os ativistas se reúnem em geral na saída das mesquitas, em especial nas sextas-feiras, dia da principal oração semanal.

Na Síria existem mais de 10 mil mesquitas que todas as noites recebem uma quantidade considerável de fiéis, manifestantes em potencial.

Os Comitês de Coordenação da Revolução Síria esperam que isso aconteça. “O regime está aterrorizado com o Ramadã e as orações noturnas de Tarawih”, lê-se na página do Facebook “Syrian Revolution 2011″.

Na Líbia, os que tomaram as armas contra o regime de Muamar Kadhafi esperam o Ramadã com um sentimento de grande determinação, ainda que encarem com apreensão os novos combates.

“Se ficarmos cansados na guerra, comeremos. Se ficarmos em posição defensiva, jejuaremos. Deus está conosco”, afirmou Hatem Aljadi, um rebelde de 24 anos que combate na frente de Gualish, no sul de Trípoli.

No Iêmen, onde o movimento de protesto iniciado em janeiro perdeu força devido a divisões na oposição e a incerteza sobre as reais intenções do presidente Ali Abdullah Saleh, hospitalizado em Riad desde um ataque em junho, nada pode prever como irão se desenrolar os acontecimentos.

Mas os jovens manifestantes que ainda acampam em Sana se mostram determinados a retomar o movimento durante o Ramadã. “Este será o mês da mudança, ainda mais porque Ali Abdullah Saleh não está no Iêmen”, acredita Walid al Omari, um dos porta-vozes do movimento.

Em outros países, as autoridades tomaram o cuidado de controlar os preços e garantir um bom estoque nos mercados para não frustrar a população neste período de grande consumo.

No Egito, o Governo adotou medidas para manter o custoso sistema de subsídios e assim garantir preços baixos a certos produtos básicos, como o pão.

Na Arábia Saudita, ainda que muito pouco afetada pela onda de protestos, o Ministério do Comércio impôs aos produtores de leite que desistissem de aumentar os preços.

O Governo decidiu ainda subsidiar a metade o preço da cevada importada para impedir um aumento do preço da carne, enquanto que nos Emirados Árabes Unidos as autoridades ordenaram vender o arroz pela matede do preço às famílias.

Fonte: AFP

Pedidos de Oração:

Nossa campanha de oração será intensa nesses próximos dias. Dedique um tópico para cada dia de intercessão. Você também pode acompanhar o blog do Portas Abertas.

  • Peça à Deus paz e segurança durante o Ramadã. Para que esse tempo de jejum e oração seja uma oportunidade de se ter um alívio em meio a tantas revoltas
  • Ore para que nesses dias, o Espírito Santo toque os corações das pessoas, e que elas possam sentir o verdadeiro amor do nosso Salvador
  • Ore pelos cristãos que vivem no mundo islâmico – “Durante esse período de jejum  são registrados inúmeros casos de intolerância religiosa contra aqueles que professam qualquer outra fé e que não estejam se abstendo de alimentos”
  • “Os muçulmanos em jejum são constantemente avisados por seus estomagos que é hora do café da manhã, do lanche, do almoço, etc. E cada vez que isso acontece, eles se lembram que estão jejuando unicamente pelo propósito de agradar a Alá e para buscar sua misericórdia.  Os muçulmanos acreditam que o jejum leva a pessoa a preciar os dons de Alá, que normalmente não são notados – até que se sente falta deles!” (30 Dias de Oração). Interceda por essas vidas que ainda não conhecem o verdadeiro significado de jejuar (Isaías 58:6 e 7).

01/ AGO: Início do Ramadã

mulherHoje não é somente mais uma segunda-feira qualquer. Segundo o calendário lunar árabe, o dia 1º de agosto desde ano dá início para mais de 1,5 bilhão de muçulmanos o mês do Ramadã. E destes bilhões de pessoas, uma grande porcentagem está distribuída entre os 10 países árabes no continente africano.  O Ramadã é um período de jejum, caridade e esforço extra para orar e seguir os valores da religião. Os devotos se abstêm de qualquer alimento, líquido, sexo, perfume e maquiagem do nascer ao pôr-do-sol. Apenas grávidas, lactantes, idosos, enfermos, adolescentes que ainda não passaram pela puberdade e mulheres durante o período menstrual estão isentos. Se o jejum for quebrado inadequadamente (seja comendo, bebendo ou mantendo relações sexuais), o período de jejum realizado é anulado e outros 60 dias seguidos do jejum são exigidos da pessoa.

Como o Ramadã é considerado o mês do arrependimento e do perdão, a freqüência às mesquitas para orar aumenta significativamente. Após a mesquita anunciar que o sol se pôs, o povo se reúne entre a família e os amigos para comer até altas horas de noite. No próximo dia acordam cedo para comer antes da chamada que anuncia o nascer do sol, quando o jejum reinicia e muitos voltam a dormir.

Este é também um tempo em que os seguidores são encorajados a ler todo o Alcorão e praticar os seus princípios. A última noite do Ramadã (este ano dia 26/08) é chamada de noite do poder. Acredita-se que o profeta Muhammad recebeu a primeira revelação do Alcorão nesta noite. Consideram a noite mais poderosa e santa do ano. Nela, os seguidores buscam perdão e milagres especiais. Também é nela que muitos recebem aparições de Jesus em sonhos e visões, encontrando salvação.

Pedidos de Oração

  • Ore pela vida de cada pessoa que participa do jejum
  • Ore para que em sua busca sincera esses devotos encontrem o verdadeiro Deus e conheçam a Jesus
  • Ore pelos irmãos perseguidos durante esse período

04 e 05/ JUL: Povo Mwani

“Sua Palavra traz mudMwaniança, esperança, luz e verdade”

Estas são as últimas notícias da Rádio Nuru:

” “E sucederá que no lugar em que lhes foi dito: Vós não sois meu povo; aí serão chamados filhos do Deus vivo.” – Romanos 6:26

Temos utilizado o verso acima como a abertura para esta atualização, pedindo para se lembrar por volta de 10 anos atrás, quando oscristãos nativos -  a partir de outras tribos existentes em Moçambiquedisseram para a nossa equipe de missionários em Pangane que não sabiam por que estávamos tentando levar o Evangelho ao grupo mais teimoso e resistente de pessoas: os Mwani. Eles não conseguiram ver as possibilidades que ainda estavam por vir e continuaram a falta de visão, mas agora parece que sua murmuração pode estar em vias de ser acalmada.

A tristeza é que quando começa a colheita nos campos Mwani, o ‘frutopode não ser alegremente trazido para a igreja local, mas pode ter que ser deixado de lado em ceticismo e preconceito. Muchante, Absul, suas esposas e todos nós concordamos que Deus está sendo honrado através da Rádio Nuru e que Sua Palavra está trazendo mudança, esperança, luz e verdade para as casas de muitas pessoas.

Outro dia, um jovem homem Mwani chamado Musa ficou de joelhos na casa Muchante e aceitou Cristo como seu Salvador, e um outro vizinho chamado Assane juntou-se ao momento de oração. Ele disse que não fica muito atrás na fila para fazer o mesmo.

Pedidos de Oração

  • Uma nova antena foi comprada, permitindo Rádio Nuru possa transmitir até Mocimboa-da-Praia, onde existem trabalhos missionários
  • Peça a Deus por mais convertidos Mwani e Louve pelas as incríveis histórias que ouvimos sobre este povo
  • Ore pela vida de todos os envolvidos com a Rádio Nuru. Deus tem honrado suas famílias, assim como tem usado suas histórias como testemunho

09 e 10/ JUN: Povo Rangi

RANGI“A Palavra de Deus está sendo colocado no idioma do coração do Rangi”

A igreja Rangi continua precisando de um pastor em tempo integral para supervisionar os vários ministérios acontecendo em Pahi e da área circundante.

Cloudi Roman, um evangelista, aceitou a ajudar do Dr. Chanji com o trabalho da igreja, por enquanto. Cloudi completou quatro anos na faculdade Bíblia e ele está sendo atribuído ao trabalho em outra área da Tanzânia para completar a sua formação no ministério transcultural antes que ele receber permissão para retornar ao trabalho entre seu próprio povo.

O Colégio de Meninas continua a prosperar, mas um obstáculo que precisa ser atravessado é a aceitação por parte do governo. Mesmo assim, a escola tem 360 jovens mulheres que estão aprendendo e crescendo no internato. Cerca de 30 jovens foram batizadas na Páscoa, Deus seja louvado!

Dr Chanji está sendo usado pelos seus dois ministérios: praticar a medicina e as responsabilidades da liderança da igreja que ele tem. É preciso acrescentar a pressão da notícia de que seu filho de 13 meses de idade foi diagnosticado com anemia falciforme. Você pode começar a ter uma idéia das coisas que pesam sobre ele, enquanto trabalha entre os Rangi. Dr. Chanji, no entanto, conseguiu obter ajuda por parte dos médicos das cidades maiores.

O alcande dos Rangi continua em outros locais também. A pré-escola vem ensinando a verdade bíblica para as crianças pequenas e os missionários continuam à visitar as famílias várias vezes. Esta é uma grande avenida para compartilhar o Evangelho, mostrando compaixão para com seus filhos e ajuda na construção de relacionamentos que possam dar frutos.

O evangelho de Marcos no idioma Kilangi foi recentemente concluído. É emocionante ver que a palavra de Deus está sendo colocado no idioma do coração do Rangi para que eles possam ouvir-se na sua língua materna.

Pedidos de Oração

  • Ore por um pastor em tempo integral para supervisionar os vários ministérios acontecendo em Pahi e as zonas circundantes
  • Ore pelo trabalho do Dr. Chanji  através das responsabilidades da medicina, das responsabilidades da Igreja e das necessidades de sua família
  • Ore pelos missonários que trabalham na pré-escola e pelo alcance das famílias dos alunos
  • Ore para que o número de cópias do livro de Marcos tenha impacto na vida dos Rangi e na sua cultura

08/ JUN: Povo Kachipo

kachipoAcessando o seu território de origem é incrivelmente difícil, e nenhum ministério sustentado entre os quais foi possível.”

Os Kachipo são os objetos de afeto eterno de Deus. Alguns milhares de pessoas por quem Cristo morreu. E lá esperam, perdidos na escuridão de uma remota floresta sudanesa. Boma é a vila e a clínica mais próxima. Se alguém está gravemente doente, deve ser carregado por mais de 48 km, subindo e descendo 3 morros. Eles vivem com medo dos salteadores Toposa e, normalmente, fazer a caminhada para Boma, no meio da escuridão.

Um menino Kachipo, Dunyi, diz que seu povo ficar perguntando para ele: “Por que ninguém está vindo para nos trazer ajuda médica? Por que ninguém está vindo para nos informar sobre o mundo exterior? Por que ninguém está vindo para nos ensinar sobre o Deus Criador que você falou?” Ele respondeu: “Eu lhes disse: ‘Espere, eles virão!”

E finalmente chegaram, em fevereiro de 2009. Um membro da MIAF Internacional pode visitar o vilarejo por apenas um dia, mas “G.”, um queniano crente que tem vindo trabalhar no Sudão por uma agência humanitária cristã, e outros têm vindo há alguns meses pelo menos. Mas quem virá aqui e viverá com os Kachipo para mostrar-lhes o amor incível, inacreditável do Deus Todo Poderoso, que se humilhou, tornando-se obediente até à morte, por causa deles? Quem virá aprender sua língua, e dar boas vindas aos novos bebês que nascem em um mundo onde não tem que temer? E sente-se com outros de sua idade como o primeiro ancião a preparar o caminho para os braços do eterno Pai Celestial – sabendo que outras vozes aidna se levantarão para dar glórias ao Cordeiro que foi morto – cantando em uma língua que nunca ouvida antes: Kachipo.

O que nesta vida pode ser comparada – sabendo que sua vida foi o meio pelo qual centenas ouviram a voz de Deus chamando-lhes, pela primeira vez!

Pedidos de Oração

  • Pela salvação do povo Kachipo
  • Para que Desu derrame bênçãos sobreG” e sua equipe
  • Pelo testemunho de Dunyi ao seu povo
  • Que Deus levante pessoas para orar e ir parapara o Kachipo

07/ JUN: Povo Borana

boranaOrem para que a Verdade de Deus prevaleça

Essa semana, uma aflita mãe Borana me contou como seu filho de 16 anos havia saído de casa dois dias antes. Ela tinha ido a todos os lugares que sabia que ele freqüentava, mas ninguém o tinha visto. Quando ela foi ao ponto de ônibus da cidade, foi informada de que alguém o viu olhando as passagens para Isiolo, a mais proxima cidade grande, a 150 milhas as sul. Ele havia fugido de casa, e foi a caminho de Nairobi, provavelmente para se juntar seus amigos viciado em drogas lá.

Quando sua mãe me contou sua história, ela listou uma impressionante quantidade de drogas que ele estava usando. Nos últimos meses, ela tinha conseguido deixá-lo londe de Nairobi e até considerou colocá-lo num programa de reabilitação. Ela até tentou persuadir a escola local para dar a seu filho a oportunidade de continuar seus estudos. Agora, com seu desaparecimento, ela estava preocupada que ele havia retornado a seu estilo de vida destrutivo.

Mais e mais jovens Borana são confrontados com os perigos do mundo moderno sem o conhecimento de que necessitam para sobreviver. E muitos caem na armadilha desse pesadelo que este jovem e sua família estão vivendo.

Pedidos de Oração

  • Ore pelos jovens Borana, para que eles ouçam e compreendam o Evangelho da liberdade
  • Ore para que a juventude cristã Borana possa receber ensinamentos espirituais que irão ajudá-los a lidar com os desafios da vida moderna
  • Ore para que o Senhor proporcione mais missionários trabalhadores entre os Borana

06/ JUL: Povo Orma – “O bebê está em perigo”

ORMA - kayExistem muitas oportunidades para mostrar o amor de Cristo e a credibilidade da mensagem, conhecendo no dia-a-dia, as crises entre os Orma. Nesta atualização nós quisemos lhe dar uma idéia de alguns dos problemas que são enfrentadas por esses auxiliadores entre o grupo.

Um médico missionário relata:

Quarta-feira pela manhã nossa boa amiga, Kay (nome modificado) entrou em trabalho de parto. Kay tem 17 anos e este é seu primeiro bebê, depois de ter casado em fevereiro do último ano. Eu adquiri uma nota que me informou o que estava acontecendo um pouco antes do jantar – E lá se foi meu apetite! -. Andei e carreguei minha bicicleta através da luz das estrelada na aldeia. Quando eu cheguei, às 20h00, as coisas lá iam bem, e eu estava esperançoso para um bebê antes da meia-noite! Mas por volta das 23h00 não houve mais progresso.

Assim começa a história de um dos obreiros transculturais lá, entre os Orma, que passou a maior parte de três dias a ajudar esta jovem mulher Orma em seu primeiro parto. As coisas não estavam indo como planejado.

Na quinta-feira pela noite Kay estava tão quente e viscosa, e a pergunta era se estava tudo correndo normalmente, ou se havia algum problema. E eu tão pouco não sabia, e tive a preocupação dobrada pois estava envolvido emocionalmente. Kay se sente quase como nossa própria filha.

Complicações começaram e a enfermeira chamou pelo médico através do rádio a fim de adquirir conselho. As parteiras tradicionais também ficaram confusas como nosso modo de controlar a situação, e o conselho que terminaram determinando no rádio era contraditório ao modo como eles estavam preparados.

Nos foi falado que as parteiras tradicionais teriam sido muito ásperas com Kay, nas tentativas para conseguir se apressar; mas isso teria agravado uma situação perigosa. Com um estado crítico, o médico resolveu encaminhar Kay para o hospital de distrito há duas horas dali.

Assim que chegamos ao hospital, constataram dificuldades que colocava o bebê em perigo. Nós tínhamos tomado a decisão certa. Pouco antes da meia-noite, o bebê nasceu! Eu sei que na aldeia as parteiras tradicionais teriam prestado pouca atenção ao bebê, mas Kay era uma feliz e aliviada mãe! Nós damos glórias a Deus! Isso foi uma benção!

Nós tivemos uma viagem agradável para ir e apanhar Kay e sua doçura, a pequena Hadida Saadia (embora os Orma  nomeiem os bebês tradicionalmente no 7º dia, o bebê teve que ter um nome antes de partir porque a certidão de nascimento precisaram ser enviada). O sogro de Kay lhe deu o nome “Hadida”, o nome de sogra de Kays, e eu propus Saadia, que quer dizer 3. Porque Kay passou três dias de trabalho com a menina.

Este evento enfatiza que sempre há tantas necessidades das quais, as pessoas precisam de ajuda. Os missionários se envolvem nas vidas das pessoas e constroem a credibilidade para compartilhar o Evangelho.

Kay ouviu muito a mensagem de Cristo, mas não quer ir contra a família, deixando o Islã. E assim vai! Trabalhar com os Orma é um processo longo de vivência e conhecimento, prestando serviços em tempos de necessidade, e mostrando Jesus Cristo em ação e também em palavra.

A pressão é intensa e o conflito espiritual continua como uma estratégia. Há as pessoas locais que são treinadas para ser tabliki (missionários muçulmanos) e planejam enviar 50 destes treinados às pessoas locais, a fim de ir para a aldeia de companheiros de time e ‘retroceder o grupo de seguidores de Jesus de volta ao Islã’.

Deus deseja que os Orma façam parte do Reino Dele. Ore para este nome seja conhecido, honrado e amado!

Pedidos de Oração

  • Ore para que as pessoas confiem no Espírito Santo, e que Ele supre as suas necessidades espirituais, a fome e a sede
  • Ore pela salvação
  • Ore para que os poderes deste mundo tenebroso sejam amarrados e impedidos, e que o Espírito Santo avance em grande poder e convicção, atraindo muitos para Deus
  • Ore por sabedoria para a equipe
  • Ore para que Deus frustre os planos do inimigo e proteja o coração e a fé dos Orma
  • Também ore para os tabliki. Que possam também descobrir que Jesus é o Caminho, a Verdade e a Vida

30/ MAIO: Povo Alagwa

wasi-peopleO Wasi (também conhecido como Alagwa) vivem em colinas e montanhas no norte da Tanzânia central. Eles vivem em 15 aldeias, numa altitude de 1.220m a 1.830m e se encontram geograficamente distantes, com estradas de difícil acesso. Embora o rio Bubu passa pelo meio das terras mais baixas, as regiões mais altas sofrem muito com a falta de água e assim muitas vezes viajam diariamente por quilômetros para obter água suficiente para suprir as necessidades de suas famílias.

O Wasi são agricultores, que plantam milho e milheto. Eles também mantêm vacas, cabras e ovelhas. Eles trabalham juntos para cultivar os campos e grandes criadores de gado, bem como construir casas, estradas e cavar poços. As casas são construídas com tijolos queimados e tem muros altos e altas coberturas inclinadas feitas de capim sapé. Eles constroem cercas ao redor de susas casas, utilizando palhetas ou varas e tendem a manter os seus “quintais” e aldeias arrumados e limpos. Eles são conhecidos como um povo quieto e reservado que se mantêm completamente separado dos outros e são lentos para receber pessoas de fora.

Linguisticamente eles estão relacionados com o povo Burunge que vive a 160km ao sul. Parece que todas as faixas etárias e níveis de educação continuam a usar a linguagem Wasi. No entanto, como a maioria das pessoas na Tanzânia, cada vez mais o idioma suaíli está presente, especialmente entre as crianças em idade escolar.

Os homens usam o kofia muçulmano e muitas vezes às sextas-feiras o manto Kanzu. O vestuário das mulheres mostra uma influência ocidental com evidências de origem islâmica (babeças cobertas). As mulheres vestem “cangas” (embrulhar em torno de panos coloridos) sobre o vestido ocidental. Aproximadamente 90% dos Wasi são muçulmanos.

Eles acreditam que são descendentes de Habesh, que foi a décima geração do filho de Noé e acreditam que eles ainda estão vivendo a maldição que Noé pronunciou sobre eles.

Pedidos de Oração

  • Ore pra que portas sejam abertas à missionários, para que os Wasi conheçam a Vida de Cristo
  • Ore pelas crianças que vão à escola na Tanzânia. Para que elas possam conhecer do amor de Deus, e ser influência em sua aldeia