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01 e 02/ FEV: Namíbia

Namibia flagGEOGRAFIA
A República da Namíbia é um país da África Austral limitado a norte por Angola e pela Zâmbia, a leste e a sul pelo Botswana, a sul pela África do Sul e a oeste pelo Oceano Atlântico. Tem 825.418 km². Clima predominantemente árido, semidesértico; a terra africana mais seca ao sul da Linha do Equador. Tem uma população de aproximadamente 2.020.916. A maioria das pessoas veve no planalto central e nas regiões da fronteira norte com melhor irrigação, perto de Angola.
Possui cinco grupos principais e 28 línguas:
Bantus – 73,1%
Khoisan – 8,6%
Damara – 6,4%
Europeus – 4,5%
Miscigenados – 07%
A língua oficial é o Inglês, apesar de poucos o usarem. A maioria fala africâner.

ECONOMIA
Mineração de diamantes, urânio e muitos outros minerais, criação de gado e pesca são muito importantes. Muitos ainda vivem em profunda pobreza. Rigorosas secas afligiram o país durante a década de 90. O desemprego é mais de 30%.

POLÍTICA

Colônia alemã de 1883 a 1915. Governada pela África do Sul de 1915 a 1990. A independência foi conquistada em 1990, depois de uma longa r cara guerra, que corrompeu seriamente o sistema social e econômico do país. O partido principal, SWAPO, renunciou ao marxismo, adotou uma democracia multipartidária e uma economia mista. Hoje é mebro da Comunidade Britânica.

RELIGIÃO
Estado secular com liberdade religiosa. apesar da grande evidência das denominações cristãs, as religiões não-cristãs estão recebendo oportunidades semelhantes nas escolas e na mídia.
Cristã – 79,95%
Tradição Étnica – 15%
Sem religião – 5%
Judaica – 0,05%

Pedidos de Oração

  • O potencial para um colapso econômico e conflitos é alto se houver uma falha na liderança política. Ore pelo governo e por seus líderes
  • Os jovens se tornaram muito mais materialistas e têm rejeitado o cristianismo, considerando-o irrelevante para as suas necessidades. O uso de drogas, a imoralidade e a rápida propagação do HIV são so resultados. Ore por essa geração, para que eles sejam impactados pelo amor de Cristo
  • Os missionários, tanto nas missões mais antigas, como nas mais novas, precisam de grande sensibilidade e compreensão ao ministrar dentro do novo contexto da independência. Ore por eles, por proteção e capacitação
  • Ore pelos povos não-urbanos que ainda nao conhecem a Jesus, para que suas vidas possam ser transformadas com eficiência.

Fonte: Winkipédia

Intercessão Mundial
Edição Século XXI
Johnstone, P. & Mandryk, J.

13 e 14/ Jan: Moçambique

mozambique-bandeiraGEOGRAFIA
Moçambique – Repúbica de Moçambique – é um país na costa oriental da África Austral, limitado a norte pela Tanzânia, a noroeste pelo Malawi e Zâmbia, a oeste pelo Zimbabwe e a leste pelo Canal de Moçambique e Oceano Índico, a sul e sudoeste pela África do Sul e Suazilândia. Tem área de 799.380 km². O Zambezi e outrso 24 rios dividem a terra de 2.800 km de comprimento, e tornam a viagem do norte para o sul difícil.

A população é de aproximadamente 23.116.594. No clímax da guerra, em 1992, quse 40% da população era de refugiados, 4 milhões dentro do país, e 1,8 milhão nas terras vizinhas. As mortes causadas pela guerra chegaram a mais de um milhão. É provável que a alta incidência de AIDS reduza o crescimento populacional.
A língua oficial é o Português, mas existe um total de 39 línguas faladas entre os mais de 25 povos distribuídos em todo o território.

ECONOMIA
Um dos países mais pobres do mundo – o resultado de séculos de negligência colonial, aplicação das teorias econômicas marxistas e 30 anos de guerrilha intensa. Extremos climáticos de enchentes e secas, empobreceram ainda mais a população. Uma terra agrícola fértil e grande riqueza mineral foram subutilizadas, e a maior parte das áreas rurais se tornou uma depovoada terra-de-ninguém. As ligações através de rodovias e ferrovias são poucas e mal podem ser utilizadas. É muito dependente de ajuda estrangeira. Após a chegada da paz, em 1995, as melhorias foram excelentes, até os reverses causados pelo grande prejuízo resultante de um ciclone em 2000. A renda per capita é de U$140,00.

POLÍTICA
Uma colônia portuguesa durante 470 anos. Independente em 1975 como um Estado marxista-lenista depois de uma longa e amarga guerra pela independência. O movimento contra o governo, Renamo, propagou uma devastação rural na maior parte do país através de uma guerrilha brutal. A guerra e a pressão internacional encorajaram o governo de Frelimo a colocar um fim na tendência marxista em 1988, e a instituir uma democracia multipartidária e uma economia de mercado em 1990. Um acordo de paz em 1992 foi implementado em 1995. Uma democracia funcional e, atualmente, de maneira surpreentende, membro da Comunidade Britânica.

RELIGIÃO
A política do governo entre 1975 e 1982 era a propagação exclusiva do marxismo, “guerra total contra todas as igrejas” e a “destruição das superstições religiosas”. Desde 1988 tem existido liberdade religiosa.
Cristianismo – 57,65%
Tradição Étnica – 22%
Islamismo – 18,10%
Outros/sem religião – 2,20
Hinfu – 0,05%

Pedidos de Oração

  • Louve à Deus pela paz desde 1995 – depois de 30 anos de guerra.
  • Moçambique surgiu quebrada e ferida pelo colonialismo e por três décadas de guerra civil. Ore pelos constantes desastres naturias, o perigo das desavenças regionais e pela crescente calamidade da AIDS
  • Pela primeira vez na história tem liberdade religiosa, mas mesmo assim cristãos são perseguidos e missionários são expulsos do país. Ore para que este crescimento possa ser mantido, e que os crentes se tornem uma influência essencial para a sociedade moralmente ferida.

Fonte: Winkipédia

Intercessão Mundial
Edição Século XXI
Johnstone, P. & Mandryk, J.

11 e 12/ Jan: Povo Makwe II

MAKWE 2História
Pensa-se que o Makwe migraram da África Ocidental e se estabeleceram ao longo da costa de Moçambique. Em seguida, traficantes de escravos árabes chegaram a Moçambique e os Makwes foram assimilados à cultura islâmica.

Moçambique se tornou independente de Portugal em 1975, como um estado marxista-leninista, depois de uma guerra longa e amarga. A Independência foi seguida por devastação rural generalizado e uma guerra de guerrilha brutal. Isto, junto com a pressão internacional, incentivou o governo a acabar com seu flerte com o marxismo em 1988 e uma democracia multipartidária foi instituída em 1990. A diminuição constante de restrições a partir de 1990 levou a Moçambique ter liberdade religiosa, pela primeira vez em sua história.

Apesar do rápido crescimento das cidades, 90% da população é rural. Casas de aldeia tradicionais são cabanas redondas feitas de varas realizada em conjunto com lama, e telhados de colmo feitos de folhas de palmeira. No entanto, muitas casas construídas hoje são feitas de blocos de cimento e têm telhados de zinco.

Cultura e Religião
Os Makwes poderiam ser classificados como 100% muçulmanos, no entanto a maioria deles também adere às suas profundas crenças animistas e feitiçaria e bruxaria são comuns – especialmente entre as mulheres. Eles encontram a sua identidade por associação com o Islã, e encontram energia para atender suas necessidades em relação às práticas do islamismo. Se uma pessoa fica doente ou tem má sorte, a situação é muitas vezes atribuída a uma falta de atenção para os espíritos ancestrais. Regulos (chefes tradicionais) e Nhangas (curandeiros tradicionais) têm grande influência sobre as pessoas em questões locais; curandeiros são chamados Mukulukhana no norte.

A maioria dos povos no norte de Moçambique são matrilineares; a árvore genealógica é traçada pelo lado da mãe, e a propriedade passa de uma geração para a próxima baseada em laços matrilineares e a autoridade na família está muitas vezes nas mãos dos irmãos da esposa, tios, etc. Esta pratica também faz parte da vida dos Makwes - o que é incomum em uma cultura islâmica.

Pedidos de Oração

  • Ore por cada família do Povo Makwe. Que o nosso Deus, que é tão criativo, nos mostre formas de chegar até eles
  • Ore para que mais missionários sejam enviados ao campo, capacitados a lidar com todo tipo de situação
  • Peça à Deus que olhe por esse povo com graça e compaixão

09 e 10/ Jan: Povo Makwe I

MAKWELocalização: ponta Norte de Moçambique
População:
27.000 (em Moçambique)
Idioma: Kimakwe, Kiswahili
Religião: Islamismo

Os Makwes são uma tribo muito pequena, e em muitos aspectos não tem certeza nem de sua própria identidade. Em Palma, o centro principal da população, a língua mais usada pelos homens no mercado é Kiswahili, enquanto as mulheres e as crianças em casa, usam o Kimakwe. Aqueles que foram para a escola também sabem um pouco de Português. Os Makwes são fortemente influenciados pela Kiswahili e Tanzânia, que está apenas a poucos quilômetros, bem como pelos Makondes, que é uma grande e agressiva tribo, que vive ao seu redor.

Localização e Prática

A República de Moçambique está localizado na costa sul-oriental da África e é um dos países mais pobres do mundo. Ele ainda está se recuperando de uma longa guerra civil, e os extremos climáticos de enchentes e secas que empobreceram ainda mais a população. Makwes são um grupo étnico do Níger / Congo de origem Bantu, baseado na costa do Oceano Índico no norte de Moçambique e sua da Tanzânia.

A área em que os Makwe vivem é o trecho que vai de Makwe Olumbi ao rio Rovuma, com a maioria das pessoas morando em aldeias ao longo da costa. Existe uma pequena comunidade do interior em Pundanhar e ao longo da estrada principal em Mute. As estradas são todas de terra e a condição varia com as estações. Na época das chuvas a estrada principal para o sul para pode ser difícil de passar por causa da lama.

A principal atividade econômica dos homens é a pesca que é feita principalmente a partir de barcos de pesca ao longo da costa. Os peixes capturados são vendidos no mercado local ou usado pelas famílias. Algumas pessoas também criam galinhas, patos e, ocasionalmente, cabras. Eles praticam a agricultura de subsistência, com os homens fazendo a aração inicial ou capina para preparar a terra para o plantio. As mulheres mantêm a fazenda e são responsáveis ​​pela maioria da colheita, bem como cuidar das crianças, preparar os alimentos, e cuidar da economia doméstica.

05 e 06/ JAN: Mauritânia

mauritaniaGEOGRAFIA
A Mautirânia, ficialmente Repúblida Islâmica da Mauritânia, é um país situado no noroeste da África.
Área: 1.030.700 km². Totalmente deserta, separada da margem norte do rio Senegal na sua fronteira sul.
População: aproximadamente 3.455.910. Em 1970, 70% da população era nômade, mas a seca e a urbanização reduziram este número para menos de 20%.

POVOS
Os números são estimados, porque a filiação étnica é um assunto politicamente delicado, e nem sempre é diferenciado com clareza.
Árabes: (de fala hassania) 70%. Mouros brancos (bidan) de origem árabe e bérbere, 1,1 milão. Mouros negros (haratine), 745.000, descendentes de escravos dos mouros brancos. Ainda existe discriminação considerável dos mouros brancos contra os outros grupos.
Áfricanos negros: 28,8%. A maior parte é de fazendeiros estabelecidos no Sul, desprezados pelos mouros.
Outos: 1,2% Franceses, 13.000 outros estrangeiros.
Alfabetização: 38%.
Língua oficial: árabe. Mais de 8 línguas faladas.

ECONOMIA
Um dos países mais pobres do mundo. Uma seca constante nos anos 70 e 80 devastou o país e incentivou a violência interétnica por causa da escassez de água e terra cultivável.  A maior parte da renda vinda da exportação de peixe e minério de ferro é perdida por causa da corrupção.

POLÍTICA
Independente da França em 1960. Uma longa sucessão de golpes militares, continuação das guerras tribais dos mouros. A escravidão não foi totalmente abolida até 1980; ainda existem acusações sobre a existência de bolsões escondidos de escravisão no interior. De junta militar, tornou-se em uma democracia multipartidária em 1992, mas o parlamento é totalmente dominado pelo partido governante. As relações internacionais melhoraram desde então. O ditador que tornou-se presidente foi novament evitoriosonas eleições de 1998, apesar da validade desta eleição ser questionada. As ligações diplomáticas com Israel resultaram em oposição interna e externa ao governo, em 2000.

RELIGIÃO
É oficialmente uma república islâmica, com a lei sharia, mas esta lei é aplicada de forma irregular. Não existe liberdade de conversão para outra religião, e a pena para a apostaisa é a morte, apesar de esta sentença não vir sendo colocada em prática nos últimos anos. O proselitismo é ilegal, mas existe certa liberdade de religião e de consciência dentro da expressão islâmica.
Muçulmana: 99,84%
Cristã: 0,16%

Pedidos de Oração

  • É um dos países mais pobres do mundo. 1/3 das crianças é desnutrida, e onde existe comida suficiente, é sempre muito cara para que os pobres possam comprar. Ore para que o governo tenha sabedoria e discernimento, e para que os famintos e pobres possam ouvir a proclamação do Evangelho.
  • Ore pela liberdade religiosa de Mauritânia. Ore também pelos seguidores e crentes, que o Senhor ministre a eles apesar da falta de oportunidade, e por segurança e proteção.
  • O governo se esforça para manter o cristianismo longe do povo. O homem forte tem que ser amarrado e seus cativos libertados para que uma Igreja verdadeiramente mauritana se torne uma realidade.

Fonte: Winkipédia

Intercessão Mundial
Edição Século XXI
Johnstone, P. & Mandryk, J.

03 e 04/JAN: Natal complicado

ARVORE NATALAqui no Brasil – e também em outras partes do mundo – é comum vermos as pessoas desacelerando o ritmo de trabalho perto do Natal e Ano Novo. Muita gente tira uma semana de folga para passar um tempo com a família e amigos, celebrando. Para nós, cristãos, é uma data simbólica ainda mais especial, apesar de sabermos que Jesus nao nasceu realmente dia 25 de dezembro.

Ao ler notícias do que estava acontecendo nessa última semana, me deparei com esse artigo:

Ataques a igrejas durante missa de Natal causam mortes na Nigéria
Pelo menos 32 pessoas morreram na explosão mais grave em frente igreja lotada

Uma explosão nos arredores de uma igreja em Madala, cidade satélite a 40 quilômetros da capital da Nigéria, Abuja, matou pelo menos 35 pessoas. Outras explosões foram notificadas: uma delas na igreja evangélica da cidade de Jos (centro), na qual morreu um policial que vigiava o templo, e no templo de Damaturu, onde quatro pessoas morreram. Ao todo, pelo menos 40 pessoas foram assassinadas nos atentados.

O grupo islâmico Boko Haram assumiu a responsabilidade. “Somos responsáveis por todos os ataques dos últimos dias, inclusive a bomba na igreja de Madalla”, disse à AFP, em declarações por telefone, um porta-voz da Boko Haram, Abul Qaqa.”Continuaremos lançando ataques como estes no norte do país nos próximos dias”, advertiu a fonte. O movimento tem como objetivo impor a lei islâmica, a Sharia, em todo a Nigéria, onde a população é dividida de forma relativamente igual entre cristãos e muçulmanos. O grupo intensificou suas táticas neste ano e aprimorou a sofisticação de seus explosivos.

“Guerra civil”

O ministro nigeriano encarregado da polícia, Caleb Olubolade, disse que em Madalla ocorria uma “guerra”. “É como se tivesse sido iniciada uma guerra civil no país. Devemos estar à altura e enfrentar a situação”, afirmou Olubolade.O aumento das tensões interreligiosas na Nigéria, sexto país do mundo em número de cristãos, inquieta o Vaticano.Em novembro passado, durante sua visita a Benin, o papa Bento 16 insistiu na tradição tolerante do Islã na África e na coexistência pacífica entre muçulmanos e cristãos.

A Igreja Católica de Santa Teresa  estava lotada quando uma forte bomba explodiu durante uma missa de Natal. “Estávamos na igreja com minha família quando ouvimos a explosão. Nós simplesmente corremos para fora”, disse Timothy Onyekwere à Reuters. “Agora não sabemos onde estão meus filhos e minha esposa. Não sei quantos morreram, mas havia muitos mortos.”

Horas depois da primeira bomba, explosões foram registradas na Montanha de Fogo e na Igreja dos Milagres, em Jos, cidade de mistura étnica e religiosa na região central da Nigéria, e em uma igreja em Gadaka, cidade localizada no norte. Moradores disseram que muitos ficaram feridos em Gadaka.

A polícia encontrou outros dois explosivos em Jos, que os oficiais desativaram. Um homem também foi preso em ligação ao incidente.

(Ler +)

Damos graças pois moramos em um país livre, com um estado laico, onde podemos expressar sem medo o nosso amor por Jesus Cristo, mas meu coração fica triste em saber que nao é bem assim em outras regiões. E mesmo naqueles países que a liberdade existe, há opressão por outros meios. Mas ao mesmo tempo, me encho de alegria e esperança pois existem organizações que pensam nessas pessoas, e corações dispostos a mudar essa realidade.

Por isso, ore:

  • Pelas famílias que perderam seus entes queridos nesses atentados
  • Pelos oprimidos, que nao podem expressar livremente seu amor pelo nosso Deus
  • Por aqueles que sobreviveram, e agora devem seguir adiante
  • Pelos missionários em todos os campos missionários

20 e 21/ DEZ: Povo Bajun

bajunE meu deleite estava com os filhos dos homens”… (leia Provérbios 8:31)

Imagine comigo por um minuto, do ponto de vista de Deus, que você tem filhos e filhas em quem se alegrar. Diariamente, você os vigia enquanto eles cuidam de seu trabalho. Alguns deles mostram como são inteligentes e espertos usando redes ou linhas para pescar uma variedade de peixes que vendem fresco ou salgado. Alguns dos peixes que apanham, secam com sal para o transporte e vendem em outros locais. Outros colhem as árvores de mangue do litoral para utilizar como postes na construção de casas. Outros constroem barcos e embarcações de vela à mão. Alguns trabalham como lojistas de pequeno porte. Como Deus, seu Criador, você tem prazer em ver a criatividade deles e como eles trabalham para se sustentar e também pode ver bom uso dos talentos e habilidades que lhes deu.


Quem são essas pessoas em quem Deus se deleita? Eles são os Bajun, membros do grupo de pessoas Swahili, que vivem nas ilhas pitorescas do arquipélago Lamu. Deus Pai e Criador anseia por relacionamento com eles. Ele anseia por mostrar-lhes o Seu amor e cuidado.

apenas um problema. O Bajun tem sido muçulmanos há centenas de anos. Eles se apegam a sua fé em uma divindade distante, que exige o cumprimento dos cinco pilares do Islã para qualquer chance de entrar paraíso”. Infelizmente, os Bajuns não conhecem o Único que pode dar-lhes vida em abundância e um verdadeiro paraíso no céu.

Há mais de 40 aldeias Bajun; ore para um testemunho cristão a ser estabelecido. Peça a Deus para dar sabedoria em como mostrar o seu amor para abrir os corações à mensagem do Evangelho.

Pedidos de Oração

  • Peça a Deus para levantar mais equipes de oração para orar pelo povo Swahili
  • Ore para que os empresários cristãos em locais Swahili tenham sabedoria em como efetivamente compartilhar o evangelho com seus clientes Swahili e vizinhos
  • Ore para que Deus chame e envie mais trabalhadores para compartilhar o Evangelho com o povo Swahili, especialmente também com os Bajuns
  • Ore para que Deus revele-se aos Swahilis através de sonhos e visões.

16 e 17/ DEZ: Povo Rendille III

rendille 03CULTURA E RELIGIÃO

Os Rendilles tem uma religião tradicional animista, que inclui a oração para a lua, sacrifícios de animais, e a crença na existência de espíritos ancestrais. Eles também têm práticas religiosas tradicionais que se assemelham às dos judeus. O nome de seu deus é Wakh.

A Lua desempenha um papel importante em sua religião. A lua é deus ou representa seu deus e,na noite da lua nova o filho primogênito de cada família sopra uma espécie de berrante. Eles colocam tinta vermelha feita de barro em sua pele e cabelo. Eles queimam incenso feito de árvores locais e oram ao deus da lua nova.

Há um lugar em cada aldeia chamada nahapo. Este é um lugar de vigília e oração. Toda noite os homens da aldeia se reúnem às 8:00 pm e um deles é designado para levá-los em oração. Existe um fogo que nunca apaga no centro do nahapo.

Durante as épocas de seca, os cordeiros são levados para o leito do rio seco e sacrificado ao seu deus como oferenda para a chuva. Outros vão para Monte Moile onde as mulheres cantam e derramar ofertas de leite e os homens ofereçam sacrifícios de cabras para os deuses. Os espíritos dos antepassados ​​falecidos também devem ser apaziguados.

Entre alguns dos Rendilles, depois que um homem morre, seu manyatta é queimado e uma ovelha é abatida. A família deve se mudar para outro lugar. Há um dia de celebração, quando as roupas e pertences do falecido são dadas como presentes para aqueles que assistem. Leite, água ou o tabaco será colocada no túmulo para apaziguar o espírito do falecido.

Dentre o rito de passagem para os jovens rapazes (moran) , está incluso que eles vivam no meio do mato, aprendam habilidades tradicionais e sejam submetidos a circuncisão tradicional. Os homens podem se casar após a circuncisão. O tempo para se tornar um moran é de cerca de 18-20 anos de idade. Então com a idade de 30 passam pelo Ennu - o rito para a vida adulta em que os homens se tornam mais velhos e são dadas a propriedade da terra.

As meninas não tem voz de opinião, e são representadas por homens mais velhos. Quanso se casam, são muito jovens – dez ou doze anos de idade. Elas aprendem as habilidades das mulheres mais velhas e passam por circuncisão feminina na manhã de seu casamento.

Meninas ​​e guerreiros se preparar para o casamento com a aplicação de uma maquiagem de ocre vermelho e gordura ovelhas. A poligamia é parte de sua tradição. Um homem rico pode ter até cinco esposas.

Há alguns missionários estrangeiros e evangelistas queniano de trabalhando entre os Rendilles na educação, no trabalho com a igreja e na tradução da Bíblia.

Pedidos de Oração

  • Ore para que o trabalho sendo feito no meio deles frutifique de maneira estrondosa;
  • Ore pela vida desse povo. Eles tem o conhecimento da existência de um poder divido. Ore para que eles entendam e aceitem Jesus como seu salvador
  • Ore pela tradução da Bíblia
  • Ore pelos momentos de seca
  • Ore pelas crianças
  • Ore pelas mulheres
  • Ore pelos pastores de animais
  • Louve à Deus pelos missionários que lá estão; vivendo como eles, demostrando a graça abundante do nosso Deus

Foto: Eric Lafforgue

14 e 15/ DEZ: Povo Randille II

rendille 02HISTÓRIA

Os Rendilles são um povo vivendo na Leste da África sendo a Etiópia sua terra natal. Eles foram obrigados a migrar para Quênia pois a rivalidade  e os conflitos com o povo Oromo aumentou, devido às pastagens e água para o gado. Hoje, eles alegam que estão se relacionado com os somalis da Somália.

Sua história, passada de geração em geração, afirma que eles são descendentes de judeus e viajaram através do Canal do Suez e da Etiópia à sua terra natal presente. O mais impressionante nessa história é o seu tipo de Páscoa, uma cerimônia chamada Sorio (literalmente sacrifício a Deus), que inclui o abate de uma ovelha pelo filho primogênito da família e também passar o sangue nos umbrais de suas casas. O sangue também é colocado na parte traseira de camelos e outros animais, nas orelhas e bochechas das mulheres, e no peito e na testa dos homens. A carne da ovelha é servida para todos os membros da família e também compartilhado com aqueles que não possuem uma ovelha para a cerimônia.

Eles não têm muita história com os colonialistas britânicos, porque a sua terra estava seca demais para ser de interesse para eles.

Os Rendilles existem como uma tribo estratégica entre os Muçulmanos animistas das tribos do Norte e os Cristãos ao Sul. Quando os muçulmanos chegaram à região os esforços foram feitos para convertê-los ao Islã. No entanto, se recusaram pois os muçulmanos fazem suas orações para Allah com as suas faces para o chão, enquanto eles acreditam que a oração deve ser feita com os rostos para o céu. Em certa ocasião, os Rendilles reuniram todas as cópias do Alcorão que haviam sido distribuídos entre eles, levaram ao Monte Moile os queimaram lá.

Alguns dos Rendilles tornaram-se muçulmanos, mas o percentual foi pequeno.

Foto: Eric Lafforgue

12 e 13/DEZ: Povo Rendille

rendille 01Localização: Deserto Kaisut, Quênia
População:
60.000
Língua:
Rendille, Samburu
Religião:
Religião Tradicional, cristãos evangélicos menos de 0,5%

Os Rendilles ocupam uma área no nordeste do Quênia, principalmente no deserto Kaisut que se encontra a leste do lago Turkana e oeste da cidade Marsabit. S ão vizinhos dos povos Borana, Gabbra, Samburu e Turkana. Eles são pastores semi-nômades que criam cabras, ovelhas, bois, jumentos, e camelos. Os camelos são os mais essenciais para eles, porque são os mais adequados para as condições áridas do território e desempenham um papel importante na vida e na cultura. O povo pratica uma religião tradicional animista, que inclui a oração para a lua, sacrifícios de animais, e acredita na existência de espíritos ancestrais. Eles foram resistentes ao Islamismo e ao Cristianismo. Sua alimentação básica é composta de carne e uma mistura de leite e de sangue conhecido como “Banjo. Eles obtem leite e carne do camelo, que também é o seu único meio de transporte.

Seu estilo de vida nômade tornou-se menos proeminente por causa da seca recente, o desenvolvimento de poços e centros que permitem a uma existência mais estável e permanente.

Homens Rendille tradicionalmente se vestem com uma tanga amarrada em torno de seus quadris, enquanto as mulheres usam peles de ovinos e caprinos como saias. A parte superior do corpo é muitas vezes deixada descoberta. As mulheres usam belas miçangas e contas ao redor do pescoço, pulsos e tornozelos. As crianças muitas vezes podem ser vistas sem roupas. Os jovens usam roupas coloridas e “pintam” seus cabelos com uma mistura de lama mineral. Roupas ocidentais estão se tornando mais populares, mais entre os homens que entre as mulheres.

Eles vivem em domicílios manyattas, que são construídos em forma curvas e dispostas em grupos circulares de aproximadamente 70-100 casas - geralmente muito perto do abrigo dos animais. Suas casas são mais altas do que aquelas construídas por tribos pastoris e outros têm uma forma cónica.