Conhecida como “Sala de espera para o inferno”, Djibuti é um enclave quente, seco e desértico, com uma área de 23.200 km². Está situado entre a Etiópia, Eritréia e Somália. A falta de água, de indústria e de recusrsos naturais fazem com que a viabilidade do país dependa da ajuda da França e da grande base militar. Metade do PNB vem da presença francesa. O porto de Djibuti e a ligação ferroviária com o Estado central da Etiópia, que não tem saída para o mar, são seus únicos grandes patrimônios econômicos. O desemprego já atingiu 50% da população de aproximadamente 785.170 de habitantes.
Os franceses tomaram o controle da área em 1884, por causa da sua localização estratégica, mas as fronteiras se transformaram em uma zona de conflitos por mais de um século, entre os afars e os somalis. Este conflito antigo continua vivo, e tem afetado a vida política desde a independência, em 1977. A guerra civil travada entre eles em 1991-94, resultou na dominação somali na capital e no governo. Somente a grande presença militar francesa impediu Djibuti de ser arrastada para uma guerra entre vizinhos de fronteiras, a Eritéia e a Etiópia, e para as guerras entre clãs na Somália.
O Islã foi declarado a religião do Estado, mas a conformidade não é imposta, e às outras religiões é conferida uma liberdade considerável. Mais de 90% da população é muçulmana, e um pouco mais de 4% é cristã.
Pedidos de Oração
- A única testemunha protestante legalmente refconhecida é a Igreja Protestante Francesa, fundada em 1960. Ore por uma cooperação contínua e eficaz e pela unidade entre os cristãos.
- Os poucos crentes somalis e afar são sempre isolados e sofrem muitas pressões de seus parentes. Ore para que dentre estes crentes se levantem líderes para as congregações.
- Djibuti, o terceiro menor país da África, é um paraíso de calma numa região tempestuosa. É também uma base-chave para o testemunho cristão. Ore para que a liberdade atual não seja corroída pela voz do Islã.
O Wasi (também conhecido como Alagwa) vivem em colinas e montanhas no norte da Tanzânia central. Eles vivem em 15 aldeias, numa altitude de 1.220m a 1.830m e se encontram geograficamente distantes, com estradas de difícil acesso. Embora o rio Bubu passa pelo meio das terras mais baixas, as regiões mais altas sofrem muito com a falta de água e assim muitas vezes viajam diariamente por quilômetros para obter água suficiente para suprir as necessidades de suas famílias.
Costa do Marfim possui uma população de mais de 18.200.000 habitantes, e nos últimos anos, tem “recebido” imigrações em massa, vindas de países vizinhos, especialmente Burkina Fasso e de Mali. Tem uma área de 320.763 km² na costa oeste africana, entre Gana e Libéria.
Nos seus 2.344.858 km² contém a maior parte do Rio Congo, e também grande parte da floresta tropical Africana. Sua população é de aproximadamente 69.389.300 habitantes, e estima-se que haja 450 grupos étnicos e lingüísticos, além dos numerosos subgrupos. As línguas oficiais são o Francês e o Inglês.
Com uma área de 342.000 km², é localizada a noroeste da República Democrática do Congo (Congo-Zaire), com a qual é muitas vezes confundida. Mais de 60% do país é coberto por florestas tropicais: pastos e arbustos ao norte. Sua população é de aproximadamente 3.858.190 habitantes, dividios em mais de 80 grupos étnicos, totalizando 60 diferentes línguas.
A União das Comores é uma república federal insular, que compreende três das quatro ilhas principais do Arquipélago das Comores, entre a costa oriental de África e Madagascar. O país é banhado a norte pelo Oceano Índico e a sul pelo Canal de Moçambique, sendo os seus vizinhos mais próximos a possessão francesa de Mayotte, Moçambique a oeste e as Seicheles a nordeste. Compreende as ilhas Grande Comore, Mohéli e Anjouan. Capital: Moroni.