Monthly Archive for fevereiro, 2011

28 FEV: Novos missionários

imagemNeste ano, a MIAF Brasil está enviando mais missionários para o trabalho de campo!

Nossa meta é atingir povos ainda não alcançados. E o desafio maior são daqueles que se dispõe para o serviço.

Que sejamos contagiados por este amor; que não só de afeto sobrevive; mas de dedicação, esforço e anseio por levar a palavra de Deus.

Em breve notícias dos irmãos que estão de saida ainda neste começo de bimestre. Estejam orando!

26/27 FEV: Crise no Mundo Árabe – Iêmen

imagemApós dias de protestos, o presidente do Iêmen, Ali Abdullah Saleh, anunciou, no dia 2 de fevereiro, que não concorreria a outro mandato, após três décadas no poder.

Ele também disse ao Parlamento que não passaria o poder a seu filho, afirmando: “Nenhuma extensão, nenhuma herança, nenhum cronômetro zerado”.

Mas os protestos continuam, com pessoas saindo às ruas nas cidades de Sanaa, Aden e Taiz.

Manifestantes antigoverno pedindo reformas políticas entraram em choque com grupos leais ao governo, e a polícia foi enviada para reprimir manifestações.

O Iêmen é o país mais pobre do mundo árabe, onde quase metade da população vive com menos de US$2 por dia.

Ore por este país!

Fonte: BBC Brasil

25 FEV: Crise no Mundo Árabe – Tunísia

imagemProtestos continuam na Tunísia apesar da decisão do presidente Zine al-Abidine Ben Ali de renunciar em janeiro.
Ele deixou o país após semanas de manifestações e choques entre manifestantes e a polícia.

O gatilho foi o ato desesperado de um jovem desempregado, no dia 17 de dezembro. Mohamed Bouazizi ateou fogo ao próprio corpo, quando autoridades de sua cidade impediram-no de vender legumes nas ruas de Sidi Bouzid sem permissão.

O gesto detonou protestos que se espalharam pelo país. A resposta violenta das autoridades – com a polícia abrindo fogo contra manifestantes – parece ter exacerbado a ira da população e fomentado novos protestos, que terminaram levando à derrocada do presidente.

O presidente do Parlamento, Foued Mebazaa, foi empossado como presidente interino, e pediu ao premiê Mohammed Ghannouchi, chefe do governo desde 1999, para formar uma coalizão nacional. O premiê também prometeu abandonar o poder após eleições, que deverão ser realizadas dentro de seis meses.

Ore por este país!

Fonte: BBC Brasil

24 FEV: Crise no Mundo Árabe – Argélia

imagemProtestos esporádicos vêm acontecendo no país desde o começo de janeiro, com manifestantes pedindo a renúncia do presidente Abdelaziz Bouteflika.

Grupos de manifestantes se uniram em seu movimento contra o governo, incluindo pequenos sindicatos e partidos políticos menores.

O gatilho para os protestos parece ter sido principalmente econômico – em particular o aumento acentuado no preço dos alimentos.
No começo de fevereiro o presidente Bouteflika prometeu suspender o estado de emergência – em vigor no país desde 1992 – em um “futuro próximo”, mas ainda não o fez.

O governo da Argélia conta com riqueza considerável vinda de suas exportações de petróleo e gás, e tenta responder a reclamações econômicas e sociais com um grande programa de gastos públicos.

Ore por este país!

Fonte: BBC Brasil

23 FEV: Crise no Mundo Árabe – Marrocos

imagemO principal grupo de oposição do Marrocos afirmou que a “autocracia” será varrida do país, se reformas econômicas profundas não forem implementadas.

O país enfrenta vários problemas econômicos. O governo anunciou um aumento nos subsídios do Estado para tentar conter o aumento no preço das commodities.

No começo do ano, a reputação do Marrocos foi atingida quando o site Wikileaks revelou documentos com acusações de corrupção na família real e entre pessoas próximas ao rei Mohammed 6º.

O rei diz que a luta contra a pobreza no país é uma prioridade, o que lhe valeu o epíteto de “guardião dos pobres”. A liberalização da economia atraiu investimentos estrangeiros, e as autoridades afirmam que estão realizando melhorias em favelas e áreas rurais do país.

Mas organizações não-governamentais dizem que pouco mudou, que a pobreza e o desemprego ainda são grandes no país. O Marrocos vem sendo atingido por greves, nos setores público e privado.

O Marrocos, como Egito e Argélia, dá pouco espaço para a liberdade de expressão e até agora tem sido capaz de conter protestos maiores. Assim como a Jordânia, o país é uma monarquia, que tem apoio de grandes setores da população.

Ore por este país!

Fonte: BBC Brasil

22 FEV: Crise no Mundo Árabe – Bahrein

imagemA monarquia sunita que governa o país ofereceu diálogo com representantes da maioria xiita do Bahrein, após dias de protestos na principal praça da capital, Manama.

Após usar tropas para dispersar manifestantes da Praça Pérola no dia 17 de fevereiro – em uma operação que deixou quatro mortos ao menos – o governo parece ter recuado, permitindo que os manifestantes reocupassem a praça.

O presidente dos EUA, Barack Obama, pediu calma ao Bahrein, que é um país estrategicamente importante para os EUA.

O rei Hamad pediu a seu filho mais velho, o príncipe regente Salman, que dê início a um “diálogo nacional” para pôr fim à revolta.

Representantes de alto escalão do principal grupo político xiita do país, Wefaq, pediram a renúncia do governo. Entre outras demandas está a libertação dos presos políticos e conversas sobre uma nova Constituição. Manifestantes xiitas reclamam de problemas econômicos, falta de liberdade política e discriminação no mercado de trabalho a favor de sunitas.

Ore por este país!

Fonte: BBC Brasil

21 FEV: Crise no Mundo Árabe – Líbia

imagemProtestos contra o regime de Muamar Khadafi deixaram um número não confirmado de mortos e feridos desde o dia 16 de fevereiro. O grupo de defesa de direitos humanos Human Rights Watch afirmou que 233 pessoas morreram no país desde o início dos protestos, mas o governo afirma que os relatos são “exagerados.

Benghazi, segunda maior cidade do país, foi o principal foco de revoltas e de violência. Testemunhas afirmaram que forças de segurança usaram metralhadoras e artilharia pesada contra multidões.

Os protestos se espalharam para a capital, Trípoli, no dia 20 de fevereiro. O filho de Khadafi, Saif al-Islam, advertiu em pronunciamento pela TV para o risco de uma guerra civil poderia atingir o país.

O governo bloqueou a internet e vem dificultando o trabalho da mídia estrangeira, o que torna difícil ter uma idéia da proporção real dos distúrbios no país.

Protestos são proibidos na Líbia, mas a revolta foi detonada pela prisão de um advogado conhecido por ser um crítico aberto do governo.

Khadafi é o líder há mais tempo no poder na África e no Oriente Médio – desde 1969 – e um dos mais autocráticos.

Ore por este país!

Fonte: BBC Brasil

17/20 FEV: “Muçulmanos e cristãos oram juntos(…)”

imagem“Local foi a ‘fortaleza’ dos manifestantes que pediam a saída de Mubarak.

País volta aos poucos ao normal após 13 dias de violentos protestos de rua.

Muçulmanos e cristãos egípcios rezaram juntos na emblemática Praça Tahrir, no centro do Cairo, ao mesmo tempo que governo e oposição tentavam esboçar um acordo para encerrar a crise política no país. A praça virou a fortaleza dos manifestantes que, durante 13 dias, exigiram a renúncia imediata do contestado presidente Hosni Mubarak.

Os muçulmanos realizaram primeiro sua prece diária do meio-dia, ajoelharam-se em direção a Meca, numa praça onde se produziu uma batalha campal na quarta-feira passada, quando milhares de partidários do presidente entraram em Tahrir para desalojar os opositores.

Depois, um grupo evangélico entoou duas canções, uma delas pedindo a paz, enquanto milhares de pessoas agitavam a bandeira egípcia fazendo um V da vitória com as mãos. Em seguida, um religioso cristão, Ihab Jarrat, leu através de alto falantes alguns salmos, concluídos com um “amém” geral.

Milhares de manifestantes aproveitaram a oportunidade para lançar a mensagem de que as duas religiões estavam unidas contra Mubarak.

“Os muçulmanos e os cristãos do Egito, a Crescente Vermelha e a Cruz, dizem vá embora, presidente”, declarou Jarrat, filho do escritor egípcio Edward Jarrat.

Imediatamente, a multidão entoou o lema habitual: “Mubarak, vá agora”".

Os cristãos representam entre 6 e 10% dos 80 milhões de egípcios. A maioria é formada por coptos ortodoxos, cujo patriarca Shenuda III pediu aos fiéis que não participassem das manifestações. Os protestos já deixaram mais de 300 mortos desde 25 de janeiro, segundo as Nações Unidas.”

Esta notícia foi retirada do Portal G1; e resolvi publicá-la aqui para que você, caro leitor, reflita sobre algumas questões relevantes.

Como religião, preconceito e cristianismo.

Não vou entrar em detalhes, mas quero que pense em como você contagia um irmão que ainda não conhece a palavra de Deus? Como você reage? Se une numa batalha, independente das diferenças de crença, ou divide-se? É uma boa questão para se pensar e refletir acerca dos objetivos de desenvolver a igreja cristocêntrica africana. Enfim.

Bom dia pessoal!

16 FEV: Um pouco de Egito

imagemO Egito é um dos países mais populosos de África.

O país é conhecido pela sua antiga civilização e por alguns dos monumentos mais famosos do mundo, como as pirâmides de Gizé e a Grande Esfinge.

Egito é reconhecido como um país politica e culturalmente importante do Médio Oriente e do Norte de África.
O Egito exerce uma grande influência política na África e no Médio Oriente e as suas instituições intelectuais e islâmicas estão no centro do desenvolvimento social e cultural da região.

Até então, o Egito era uma república desde 18 de Junho de 1953; quando Mohamed Hosni Mubarak assumiu a presidência do país em 14 de Outubro de 1981.

Em 19 de Março de 2007, o parlamento aprovou 34 emendas constitucionais que proíbem os partidos de usar a religião como base para atividades políticas, autorizam o presidente a dissolver o parlamento e impedem a supervisão judicial das eleições.

Diversas organizações locais e internacionais de direitos humanos, como a Amnistia Internacional e a Human Rights Watch, criticam o histórico egípcio referente aos direitos humanos. As violações mais sérias incluem tortura, detenções arbitrárias e julgamentos perante tribunais militares e de segurança do Estado.Também há críticas relativas ao estatuto da mulher e das minorias religiosas.

A Revolução no Egito em 2011, também conhecida como Dias de Fúria, Revolução de Lótus e Revolução do Nilo,foi uma série de manifestações de rua, protestos e atos de desobediência civil que ocorrem no Egito desde 25 de janeiro de 2011. Os organizadores das manifestações contam com a recente revolta da Tunísia para inspirar as multidões egípcias a se mobilizar, assim como ocorreu em grande parte do mundo árabe.

Os principais motivos para o início das manifestações e tumultos foram a violência policial, leis de estado de exceção, o desemprego, o desejo de aumentar o salário mínimo, falta de moradia, inflação, corrupção, falta de liberdade de expressão e más condições de vida.

O principal objetivo dos protestos era derrubar o regime do presidente Hosni Mubarak, que está no poder há quase 30 anos.

A vitória da revolta popular no Egito deixou em alerta outros ditadores de países árabes, e outros regimes ditatoriais imediatamente anunciaram concessões à população, como Bahrein, Síria, Jordânia, Iêmen e Argélia. Na Arábia Saudita não há relatos de concessões, mas uma campanha de reforma constitucional começou a se formar no Facebook.

14/15 FEV: Revolta no mundo árabe

imagemSudão, Tunísia, Egito, Argélia, Síria, Jordânia (…) estes são alguns dos países árabes que vem enfrentando uma intensa crise política.

Com presidentes há mais de uma década no poder, e alguns até mais de duas, as últimas notícias que temos lido tem sido de que a população destas regiões tem se levantado e como pano de fundo, tem requerido a queda dos “ditadores” que governam nestas áreas.

Diariamente podemos conferir em sites, blogs, jornais, as recentes guerras; o exemplo do Egito, que marcou a internet como principal ferramenta para deliberar as projeções das revoltas, é um grande movimento.

Muito morreram enfrentando o governo opositor e lutando pela democracia. Muito foram feridos, perderam entes queridos, trabalharam e lutaram muito para que os objetivos da revolta fossem alcançados. E, finalmente, o ex-presidente do Egito, Mubarak, deixou o poder.

É inspirador ler histórias das pessoas que vem se envolvendo nesta guerra; e ainda que muito sejam considerados “rebeldes”, é bastante relevante todo o espectro de mudanças que tem gerando.

Estas revoltas são fundamentalmente trajadas por pessoas que tem paixão pela sua respectiva nação e tem ousado em lutar a favor de uma “igualdade”, quase utópica em regiões repletas de conceitos religiosos em que o Estado é majoritário juntamente com a religião; no caso, o Islamismo.

Minha tarefa com este post é fazê-lo refletir sobre estas pessoas que levaram até as últimas consequencias para libertar o país. Será, que nós cristãos, temos tido amor as vidas?

Talvez você questione se realmente isto tem uma relação, mas pense sobre paixão (…) sobre morrer por algo que realmente acredita, morrer por uma causa, uma razão.

Pense nisso e seja encorajado a ter paixão por vidas e falar sobre a palavra de Deus. Pois muitos estão morrendo a sua volta por infinitos motivos, mas você tem A PALAVRA. Qual tem sido sua paixão? Pelo que você tem lutado?